A semifinal, Felipe Coutinho, a flapress.

Meio dia e vinte de domingo. Na tv, Felipe Coutinho desfila em campo pelo Liverpool um vasto repertório de dribles e passes classudos. E eu tento me acalmar e fazer o tempo passar rápido.

Confesso que fui surpreendido pela escalação mais ofensiva que Adilson meteu em campo na 5a passada. A má atuação do escolhido para a variação, Reginaldo, escondeu um pouco o acerto da escalação.

Embora o resultado não tenha sido o esperado, temos hoje um elemento obrigatório em times do Vasco. Raça. Martin Silva, Luan e Rodrigo, Guiñazu e Edmilson são as garantias de o time manterá um muito necessário padrão de atenção e luta por cada uma das bolas disputadas em campo.

Time por time, somos muito inferiores, exceto ao se comparar as defesas. A dupla de zaga do Flu causa calafrios em seus torcedores há anos, sem que o clube tenha se mexido pra consertar o claríssimo ponto fraco. Cavalieri, que pra mim é o melhor goleiro do Brasil, não está em boa fase. Tirou uma bola impossível no primeiro tempo mas caiu inexplicavelmente pra dentro do gol com a bola de Thalles. Me lembra um dos meus goleiros favoritos do Vasco: Paulo Sérgio, reserva de Waldir Peres em 82. Baixo pra posição, ágil, calmo.

Não dá pra imaginar o que Adilson fará em campo hoje. Continuo apostando numa atuação retrancada. Apesar de ter de ganhar, vai entrar se preocupando em se defender antes de qualquer coisa.

Não consegui descobrir o porquê de Montoya não estar sequer no banco na 5a passada.

Flamengo de Lima Henrique no apito. Certeza de emoções.

A chapa vai continuar quente. O pau vai cantar em campo. De novo.

Falando em pau cantando, o pau cantou fora do estádio de novo na 5a feira. Depois querem que se leve as famílias aos jogos. Com que segurança?

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Quando a gente fala em Flapress por aqui, há uma grande quantidade de gente que torce o nariz e diz que é maluquice, teoria da conspiração, inveja…

Edilson, o Capetinha, jogou em vários clubes do Brasil. Notadamente Palmeiras e Corínthians. No Rio, no Flamengo, com certo sucesso. No Vasco, teve uma passagem bastante apagada. Tanto é que boa parte da torcida sequer se lembra de sua presença em São Januário.

Mas o jornal O Dia se lembra. E faz questão de lembrar ao carioca, como se vê nessa matéria abaixo:

Edilson dorme em presídio; irmão do ex-atacante fala em ‘mal-entendido’

Na matéria, de cunho policial, foto de Edilson com camisa de treino do Vasco. Malcomparando, era como se publicassem um reportagem sobre o Edumndo com a camisa do Cruzeiro, por exemplo. Ou uma reportagem sobre o Bellini com a camisa do São Paulo, como vimos algumas por esses dias. Vascaíno, acredite. Isso não é uma coincidência. O objetivo é deturpar a história e passar uma imagem negativa, do nosso e de outros clubes, em favor do mais querido.

Uma e treze. Gol de Felipe Coutinho. Não tenho medo de dizer. Tinha lugar na seleção da Copa. No lugar do Bernard.

Só pra terminar o assunto Flapress: Sabem quem é o time com mais público presente até agora na Libertadores? Não. É o Botafogo. Mas isso não aparece na imprensa. Não interessa.

Mas tem gente que acha que é coincidência.

Um a Zero, gol de Bernardo.

Vejamos que bicho dá.

Vasco!