Resumão da Copa

a belissima axelle despiegelaere belga loreal

Finalizada a Copa do Mundo, Alemanha merecidamente campeã por ter o elenco mais equilibrado e consciente taticamente.

Apesar de estar torcendo fervorosamente pelos hermanos, fiquei satisfeito com título dos germanos, excelente geração de jogadores acima da média, que há muito já merecia títulos.

Abaixo, várias conclusões minhas ao término da Copa.  Algumas sobre seleções e outras mais variadas:

Espanha: Uma das favoritas iniciais, na minha opinião, sofre de um envelhecimento natural, coincidentemente com a queda abrupta do time que é sua base, o Barcelona. Muito pelo seu estilo de posse de bola que o consagrou; porém o mesmo se encontra manjado e o escrete não consegue diversificar jogadas. Jogadores-chaves como Xavi, Casillas, Busquets, Piquet, Villa e Fabregas vem em uma descendente, inclusive Casillas, Villa e Xavi não devem jogar a próxima Copa. Fica uma responsabilidade para Alonso, Ramos e Iniesta (esse último, cracaço!) para reerguerem a Fúria.

Inglaterra: O pequeno gigante. Apesar dos seus dois gigantes, Gerrard e Lampard sempre chegará com o nome. Os dois provavelmente se aposentarão na seleção, que ficará aos cuidados de Welbeck, Sturridge e o excelente Barckley.

Itália: Vá com Deus grande Pirlo, é sempre um prazer vê-lo jogar.

Portugal: Arremedo de time. Possui um senhor jogador que na hora decisão sempre some.

Bósnia e Croácia: Dois países que ainda vão dar o que falar, historicamente sempre vem com jogadores inteligentes e diferenciados.

Estados Unidos: Queiram que esses infelizes não adquiram habilidade, pois taticamente são os melhores do mundo, obedientes ao extremo. Parabéns, Klinsmann!

Costa do Marfin: Pela seleção, o adeus de dois monstros: Yaya Toure (o melhor volante do mundo) e Drogba, o imortal.

França: Na opinião do colunista, uma das equipes mais promissoras ao lado da Bélgica; não convoquem o mediano Ribery que vocês vão longe.

Bélgica: Uma das minhas seleções prediletas (não favoritas) antes da Copa começar. Apresentou-me (nos) o excelente Origi, de apenas 19 anos.

Costa Rica:  Grande surpresa da Copa, nos apresentou três excelentes jogadores – Navas, Ruiz  e o talentoso Campbell.

Uruguai:  Nem só de um poderoso ataque vive um time, ainda mais quando um deles é doente.

Colômbia: O segundo melhor futebol da Copa na minha opinião; se fosse realizada em outro continente, surrava essa equipe do Brasil.

Brasil: Desde o começo eu dizia que não era isso tudo; o menino Ney fez uma Copa razoável até aquela entrada digna de José Aldo. Depois, só desastre. Hora de se extinguir a famigerada Lei Pelé, só para iniciar.

Holanda: Muitos pensam que, com a aposentadoria de Robben (o verdadeiro melhor da Copa) e Van Persie, a seleção Orange decairá; porém, a excelente linha defensiva vem com muitos meninos. Pode dar o que falar no futuro.

Argentina: Messi não é mais o mesmo. É um daqueles jogadores que o físico é primordial e não acredito que volte a arrebentar em jogos; claro que desequilibrará, mas sem a mesma impetuosidade de antes. Muitos afirmam que sua transferência para o Bayern está encaminhada para 2015, eu acredito que somente com a saída de Pep Guardiola isso seria possível. Ponto positivo foi a tão falada defesa, se portou muito bem durante a Copa. Di Maria fez falta na final.

Alemanha: Sem muitas palavras. Chegou a hora deles, Bastian Schwesodhdfklhdlfhteigger merece, CRACAÇO de bola. Pessoal: Muller só tem 24 anos!

Daqui a dois anos tem Olimpíadas…..num futuro próximo escalo minha seleção olímpica e principal do Brasil…mas adianto que o novo camisa 9 se chama Thalles.

Abraço e nos lemos em breve