Partidaço!

O time horroroso do Vasco fez hoje um partidaço. Jogadores que haviam esquecido seu futebol desde o campeonato Carioca tiveram hoje atuações brilhantes. Guiñazu, Serginho, Madson, Christianno e Julio dos Santos jogaram muita bola. Mas ninguém jogou mal.

Ganhamos do Flamengo e da arbitragem. Dois pênaltis não marcados, Canteros e Sheik não expulsos. Ainda assim, uma vitória convincente, firme.

Cansei de xingar Madson. Achava que Guiñazu tinha de ir pro banco. Queimei minha língua.

Veremos como vai atuar este time em Goiânia, contra o Goiás, no fim da semana.

/+/

A entrevista de Jorge Henrique, no fim do jogo, me fez repensar meus conceitos acerca do cidadão. Sempre o detestei. Hoje, o vendo chorar e falar do filho, fico feliz que esteja no Vasco. Quem não tiver visto a entrevista, recomendo fortemente.

/+/

Se cairmos, estes oito pontos atirados na latrina com Celso Roth terão sido decisivos e a diretoria terá tido culpa dobrada.

/+/

ogol

Obrigado, Jorginho 🙂

/+/

“A gente precisava de uma vitória com A maiúsculo.”
Rodrigo.

Posted By administrador

4 Comments

Diogo

Muito bem colocado, a entrevista do Jorge Henrique foi uma surpresa positiva! Me pareceu que o filho dele era vascaíno e ele estava emocionado por proporcionar a vitória do Vasco para ele.

Eduardo

Grande vitória. Grandes atuações dos zagueiros, do Serginho e do Guiñazu, do Jorge Henrique e boas atuações dos demais. E bom trabalho do Jorginho e da comissão técnica, também.
Um ponto a destacar e que não pode ser deixado de lado é a análise que deve ser feita pelos vascaínos a respeito de tudo o que envolve os jogos contra o urubu. Normalmente o adversário começa a tentar ganhar o jogo antes mesmo da bola rolar, com a ajuda especial da imprensa esportiva. No jogo de ontem faltaram as “condições ideais” para essa “parceria” urubu-imprensa esportiva. As vitórias recentes do Vasco contra eles retiraram a idéia de que “o Vasco não ganha do urubu”. Um ponto bastante explorado por eles são as “provocações” dos vascaínos antes dos jogos. Sabemos que é só um jogador do Vasco dizer algo do tipo “vamos jogar pra ganhar” para a imprensa apresentar manchetes do tipo “jogador do Vasco diz que o time vai massacrara o urubu” e outras do gênero. Depois os jornalistas começam a insuflar os jogadores do urubu para “darem uma resposta às provocações vascaínas”. Alguns anos atrás na véspera de uma decisão a torcida Força Jovem levou para São Januário e ficou tocando funks durante o treino do time. As manchetes do dia seguinte foram “Vasco treina em ritmo de já ganhou”…Dessa vez a imprensa não pôde fazer esse joguinho sujo por q

Eduardo

por que a situação do Vasco não dava nenhuma margem para que os jogadores pudessem falar qualquer coisa que remotamente parecesse provocação. E o palhaço do Sheik havia feito várias provocações ao Vasco anteriormente. Por causa disso não era interessante levantar o tema “provocação” pois o efeito seria o contrário e a imprensa correria o risco de insuflar os vascaínos por causa das piadas babacas feitas pelo atleta do urubu. Outra coisa que a parceria urubu-imprensa não pôde explorar foi aquela idéia de que o jogo seria a possibilidade do urubu mostrar a “força da camisa” contra o adversário mais qualificado ou melhor posicionado no campeonato. A situação feia do Vasco no campeonato não dava brecha para isso. Convenhamos que seria ridículo tentar atribuir a algum heroísmo do time ou à força do “manto sagrado” uma vitória sobre o lanterna do campeonato.
Sem esses elementos que formam um conjunto utilizado para dar força psicológica ao urubu e colocar o Vasco na defensiva restou ao time da Gávea a opção de jogar futebol, simplesmente, pra tentar vencer o jogo. E o resultado foi o que vimos.
Acho importante dizer que esses elementos não impedem, obviamente, que o Vasco vença o urubu. A prova disso é o fato de termos um confronto historicamente equilibrado contra o urubu. Mas não podemos por outro lado desprezar a influência desses fatores extra-campo no resultado de um jogo, principalmente de um clássico, onde o equilíbrio costuma imperar e qualquer vantagem, por mínima que seja, pode fazer a diferença. O clube e a torcida devem estar sempre atentos para eliminar o potencial danoso dessas iniciativas torpes da parceria urubu-imprensa. Esse jogo é sempre uma guerra. E devemos sempre estar atentos para vencer o inimigo.
Saudações Vascaínas

Marcio

Gostei Eduardo, me identifico com suas palavras, mas durante a semana o lateralzinho deles tava bem nervosinho pra cima de nós, mas o Madson jogou bem nas costas dele. Esperamos que este jogo seja um divisor de águas pra nós, pois ficou bem claro que nossos jogadores, se não são melhores que os outros, também não são piores como vinham sendo, vamos ver. Abraço a todos.

Leave a Comment

Your email address will not be published. Required fields are marked *