À época, uma canção carnavalesca de João Roberto Kelly fazia muito sucesso nas rádios e tvs, chamada “Bole-Bole”, do decano compositor João Roberto Kelly. A letra começava com “Gatinha, que dança é essa que o corpo fica todo mole?”

O Vasco não é empresa, não é plataforma eleitoreira, não pertence a A ou B. O Vasco é um patrimônio histórico-cultural que tem que ser ardorosamente defendido e protegido por quem respirou seus feitos impessoais e teve um mínimo contato, ainda que intelectual, com a sua trajetória.

O turista que veio ao Rio para o Carnaval de 2014 poderia ter escolhido ver o Flu em Macaé, o Vasco em Madureira, o Botafogo em Bangu ou o Flamengo, duas vezes, no Maracanã. Coincidência apenas…

Passou da hora de o Adilson Batista aprender com o falecido Orlando Fantoni e definir um time para o Vasco. Um 11 que possa jogar todas as partidas e nos deixe tranquilos e felizes, não essa interminável sequência de mexidas…

Quando os vascaínos se manifestarem, teremos apenas uma das grandes torcidas do Rio em completo silêncio e até mesmo plena satisfação com manchetes e noticiários. Nada a reclamar.

Seria coincidência?

Oito e quarenta e cinco da noite e eu assisto Buzz Lightyear e Woody com minha filha de quatro anos. Uma tevê em casa, sem internet fixa, com o pacote de tv a cabo mais simples possível e carnaval na esquina. Cinco minutos atrás, abri o site do jornal pra ver o resultado e me Read more

Em sua passagem por São Januário, Mário Travaglini fez história. Não apenas pelo título brasileiro, mas especialmente pela forma como o conquistou, abusando de estratégia e de estudos em relação aos adversários.