Depois de 15 rodadas que só serviram para reafirmar que o Flamengo joga com 16 (11 em campo e o quinteto de arbitragem), o Vasco entra na fase final em desvantagem. O que pode ser bom para a cabeça do Adilson Batista.

Bellini é a prova de que o líder de um time de gênios não é necessariamente o maior dos gênios. Em entrevistas, os campeões do mundo de 58 e 62 foram unânimes em dizer que era um dos pontos de equilíbrio do time. Um gentleman.

O tempo passa rápido, tão rápido que parece ter sido ontem aquela que foi a maior vergonha praticada simultaneamente por considerável parte da imprensa esportiva brasileira: O constrangedor, infame e orquestrado silêncio a respeito da escalação de André Santos contra o Cruzeiro, ocorrido na véspera.

Enquanto a modernidade explícita que vemos no Maracanã caminha a passos largos no futebol mundial, o Vasco se contenta em ter um São Januário quase igual aos tempos em que foi inaugurado. E perde receita com essa letargia.