Os piores cenários

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Terminadas as eleições pelo Brasil afora, os torcedores vascaínos ainda se veem cercados por um clima político que é cercado de incertezas e dúvidas.

Assim como nos processos nacionais e regionais, a falta de confiança e qualidade acerca dos candidatos colocam em cheque as esperanças de brasileiros e vascaínos.

Ao avistar os candidatos ao Governo do Rio de Janeiro, nos vimos em um beco sem saída com Pezão, Crivella, Garotinho, Lindbergh, entre outros ícones na política nacional e fluminense.

Ao visualizar um cenário nacional, nos deparamos com Dilma, Aécio, Marina e uns três candidatos, que sinceramente me pergunto: o que esses caras almejam, sem ser uma forma de aumentar substancialmente seus capitais?

Em ambos os processos eleitorais “escolhemos”, optamos pelo continuísmo.

Dilma e Pezão, com suas qualidades e defeitos, conseguiram suas reeleições, em um clássico “ruim com eles, pior sem eles”.

Se os vascaínos – menciono na terceira pessoa, pois não sou sócio, não tenho direito a voto – rumarem com a tendência nacional, teremos a reeleição de Roberto Dinamite em sentido figurado.

Roberto, se não conseguiu acabar com sua linda história com a camisa cruzmaltina, com certeza manchou sua história.

Antes esperança, virou sinônimo de omissão e coitadismo.

Roberto herdou um Vasco falido, isso é fato. Fato também que, mesmo falido, teve desempenho pífio como governante. Um título em quase oito anos e dois rebaixamentos. Fazendo parte do período mais negro da história do nosso querido time.

Podemos ter a tão pedida (não por mim!) volta do folclório, nefasto, horrendo, arrogante, pedante Eurico Miranda.

A maioria dos vascaínos que conheço, jovens , adultos e idosos,, querem a volta de Eurico e sua corja.

Sim, com ele veremos novamente nas dependências do clube Paulo Angioni, Zé do Táxi e etc.

Muitos alegam que com Eurico não estaríamos na situação precária que ostentamos. Mas nada me tira da cabeça que, se estamos no fundo do poço, foi Eurico que começou a cavá-lo.

A volta de Eurico, significa retrocesso.

Significa a volta de invasões a campo, significa novamente restrições à impressa e a má vontade latente de patrocinadores, que nunca viram com bons olhos a imagem maquiavélica do diabo gordo baforando seus charutos cubanos.

A volta de Eurico revive a era de dirigentes que se aproveitam do clube e o sugam de forma ilícita para benefício financeiro próprio

Deus me livre e guarde de Eurico.

Uma terceira opção é um advogado e atualmente vice-presidente do Conselho de Beneméritos do clube. Roberto Monteiro tem força nos bastidores, com nomes de peso dentro do clube como José Hamilton Mandarino, Anibal Rouxinol e o médico Alexandre Campello.

Pesa contra (mais uma vez: minha opinião!) ter o histórico de ex-presidente da Força Jovem nos anos 90. Não vejo esse fator com bons olhos.

Não por último, mas assumo que não tenho conhecimento sobre os outros candidatos, vem o jovem Julio Brandt.

Capitaneado pelo ídolo Edmundo e com um “dito” currículo que chama atenção pela especialização em gestão empresarial, Julio Brandt é o único que aponta como luz no fim do túnel.

Júlio tem a juventude como fator determinante. Com apenas 37 anos, abre mão de sua carreira para se dedicar a política do clube.

Se eu fosse eleitor teria meu voto não apenas pelo seu currículo, mas sim pela necessidade de mudança. Fato que não enxergo nas outras entediantes opções.

Afirmo que esse texto não é de um cabo eleitoral. Não tenho tempo nem saco para política, embora me bata um arrependimento.

Esse texto apenas serve para ver que temos poucas opções na política e isso é frustrante.

Nos lemos em breve!