O primeiro passo. Espero…

O jogo de hoje foi de uma autêntica “pelada”. Um jogo de um nível baixíssimo. Duas equipes merecedoras das posições que ocupam na tabela. Ao menos a nossa bola entrou. A deles, não. Uma partida em que achamos um gol e que nosso tão criticado goleiro, nos salvou do empate na única jogada de real perigo do rival.

Ao menos hoje conseguimos achar esse bendito gol antes de tomarmos um. Esse gol que em alguns jogos das oito rodadas anteriores teimou em fugir da gente.

Jogamos bem ao gosto do nosso “novo” técnico: de maneira feia, com uma retranca ferrenha, jogando por uma bola… Foi eficiente? Foi. Mas eu ainda acho pouco para o restante do campeonato. O Flamengo teve 70% de posse de bola! Passamos muito tempo correndo atrás deles. Hoje deu certo…

Urge qualificarmos o nosso elenco. Que entrem o mais rápido possível Herrera, Andrezinho, Dagoberto e, quem sabe, Ronaldinho Gaúcho.

Não há motivos para empolgação. Vencemos o rival que também está combalido, mas ao menos demos um primeiro passo.

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Anote na sua agenda: dia 1º de julho, próxima quarta-feira, às 19h30, em São Januário. Vamos empurrar o time. Vamos tentar sair dessa zona de rebaixamento.

Pegaremos um time que também não está lá essas coisas. Vem de 3 jogos sem vitória (dois empates e uma derrota).

Que tal mostrarmos a força de nossa torcida? Para os adversários e principalmente para quem veste a nossa camisa no momento?

Vamos lá galera!!

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Como já contei aqui, por conta da distância de São Januário à minha casa e também por conta do parque aquático estar em reformas, minha filha faz parte da equipe de natação do Fluminense.

Lá, como em qualquer outro clube, é exigido de seus atletas a utilização de equipamentos e roupas com as cores e os símbolos do clube.

Na sexta-feira, fui buscá-la nas Laranjeiras e por conta do frio que fazia, ela veio para casa vestida em um roupão grená com o escudo do Flu.

Chego ao meu prédio e logo vem o porteiro rubro-negro querendo sacaneá-la por conta de suas vestes tricolores: “Ué Gabi… Virou tricolor?”.

Antes que eu pudesse defendê-la, a baixinha mandou de bate-pronto: “Isso é apenas uma roupa ô mané (SIC). O que vale é o meu coração e ele é vascaíno até o último dia da minha vida!”

Apenas sorri para ele, de maneira superior, enquanto observava a sua flagrante cara de “sem graça”…

Mané!