Feliz 2017!

Finalmente 2016 acabou para nós!

Longe de qualquer empolgação, ainda que isso seja tentador diante do fato de finalmente termos um técnico minimamente inteligente (muito cedo para uma avaliação mais profunda).

O custo da “belíssima” ideia de termos Cristóvão Borges distribuindo os coletes entre reservas e titulares nos treinos do nosso time foi quase três meses desperdiçados, incluídos aí a desclassificação para um time fraquíssimo na Copa do Brasil e uma campanha ridícula no Carioca.

Hoje ao menos temos um técnico que, mesmo diante das adversidades como desfalques e até jogo com um a menos, não se acovarda, sabe o que faz e, principalmente, sabe mexer no time.

Encontrou finalmente um lugar para o Pikachu no time (até que enfim!), outro para o Andrezinho (que no atual elenco do Vasco nunca poderia ser reserva) e aos poucos vai conhecendo o que tem à sua disposição e fazendo o time jogar – algo que o anterior definitivamente nunca soube fazer.

Devemos ser realistas e saber que muito dificilmente conseguiremos o tricampeonato.

Como eu já escrevi aqui algumas vezes, nossa taça em 2017 serão os 46 pontos no Campeonato Brasileiro e um futuro melhor (se Deus quiser!) nas urnas em novembro.

Não. Roubado não é mais gostoso.

Detesto vencer assim – sim, vencer, porque o empate diante de tudo que aconteceu no jogo, eu encaro como uma vitória.

Eu não consigo entender como um jogador com mais de 5 mil jogos na carreira, comete uma falta totalmente desnecessária e leva um cartão amarelo bobo e ainda assim, reclama de forma acintosa chegando a quase agredir o árbitro. O juiz exagerou na reação? Sim, mas é impossível não dar razão à expulsão que, por muito pouco, não nos custou a derrota.

Um juiz ridículo, a cara desse campeonato fraco, confuso e cada vez menos interessante. Um árbitro que diante de seus olhos vê uma entrada criminosa do Éverton no nosso zagueiro Rafael Marques no primeiro tempo e prefere apenas dar o amarelo.

Fraco. Para coroar sua atuação pífia, nos favorece no fim com um pênalti absolutamente inexistente.

E antes que alguns digam besteiras como “Ah, mas eles também erram contra a gente!“, ou outras como “Ah, finalmente um erro a favor!“, eu tenho a opinião de que uma situação não é errada só porque ela não te favorece ou porque ela te prejudica. Se essa mesma situação, dessa vez, te favorece, ela não faz justiça alguma, ela simplesmente continua errada porque é errada.

Isso nos diferencia deles. Sejamos, pois, vascaínos.