Author: Jorge Eduardo

O aviso foi dado na coluna de domingo e se confirmou: mais uma arbitragem ruim contra o Vasco. Resta ao time atacar e, sem Everton Costa e com Fellipe Bastos, a opção é fazer mais uma alteração: sacar logo Reginaldo.

Estou calmo demais para o jogo de hoje. Talvez porque vá assistir à finalíssima, no Rio, domingo que vem,. Afinal, minha estatística particular de Vasco x Flamengo em finais é amplamente favorável. A minha única inquietação é arbitragem. Minha e de amigos queridos…

O Vasco venceu o duelo dos ex-gremistas após ser soberano nos dois jogos. E agora chegou a hora de acabar com a escrita que dura desde 1996, contra o Flamengo…

O Vasco esbarrou na arbitragem covarde de Wagner do Nascimento Magalhães e deixou escapar uma vitória que daria tranquilidade para domingo. Agora, é ser ainda mais ofensivo e marcador no próximo jogo contra o Fluminense

Partir para cima do Fluminense não é uma escolha, mas uma obrigação. A vitória ou a derrota desfaz a vantagem do empate neste esdrúxulo regulamento do Campeonato Carioca. Então, Adílson Batista resolveu atacar. Nem eu seria tão ousado

Depois de 15 rodadas que só serviram para reafirmar que o Flamengo joga com 16 (11 em campo e o quinteto de arbitragem), o Vasco entra na fase final em desvantagem. O que pode ser bom para a cabeça do Adilson Batista.

Enquanto a modernidade explícita que vemos no Maracanã caminha a passos largos no futebol mundial, o Vasco se contenta em ter um São Januário quase igual aos tempos em que foi inaugurado. E perde receita com essa letargia.

Em 45 anos, o Vasco teve cinco presidentes. A falta de oxigenação no poder leva quem está lá a se achar dono do clube e a tomar decisões desastrosas – como a de colocar de graça a logomarca de uma empresa na camisa do time.

Passou da hora de o Adilson Batista aprender com o falecido Orlando Fantoni e definir um time para o Vasco. Um 11 que possa jogar todas as partidas e nos deixe tranquilos e felizes, não essa interminável sequência de mexidas…