Até quando a sorte irá nos sorrir?

Mais uma vez jogamos muito mal e fomos agraciados com a sorte.

E leia-se “sorte” como as incompetências dos atacantes do Madureira e do árbitro do jogo.

O Vasco a partir do gol de Nenê, marcado aos 10 minutos do primeiro tempo, foi literalmente colocado na roda.

Um verdadeiro bando a equipe do Vasco ontem… Um desavisado que estivesse vendo pela primeira vez o Vasco nesse ano, diria: “como pode esse time estar sem perder há tanto tempo?”

O Tricolor suburbano cansou de criar situações de perigo e de perder gols por pura incompetência de seus atacantes. E quando teve tudo para marcar, foi clamorosamente prejudicado pela péssima arbitragem do Sr. Bruno Arleu de Araújo.

Numa jogada bisonha, Marcelo Matos recuou a bola nos pés do atacante João Carlos, que avançou, driblou Martin Silva e teve a sua camisa puxada acintosamente pelo goleiro vascaíno dentro da grande área. Acabou caindo e perdendo o domínio da bola, que saiu pela linha de fundo. O árbitro e seu auxiliar (até mais bem colocado que o primeiro), além de ignorarem o pênalti claríssimo e a consequente expulsão do arqueiro cruzmaltino, conseguiram assinalar um escanteio sem que a bola em nenhum momento tenha tocado em algum jogador vascaíno.

Escalar Riascos e Thalles – deixando de fora o Jorge Henrique – acabou se revelando uma péssima escolha. Mas não foi só isso… Não havia uma jogada articulada. Uma troca de passes decente. Muito pelo contrário: erramos passes em profusão!

A vitória nos deu a classificação antecipada para as semifinais do Campeonato Carioca e manteve a nossa longa invencibilidade. Mas convenhamos: essa está madurinha para cair…

Já é o quarto jogo seguido em que a sorte nos sorri. Mas até quando ela manterá esse bom humor conosco…?

O melhor comentário da noite foi feito por um torcedor que sentou-se próximo a mim nas sociais de São Januário:

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“Vamos jogar PORRA!

A camisa deles SÓ parece a do Barcelona!

É o Madureira CARALHO!!”