As limitações cruzmaltinas e o CSA

Que partida medonha. Para se esquecer. O onze cruzmaltino teve suas limitações escancaradas e não passou de um empate em zero com o vice-lanterna CSA. O ficou claramente comprovado é que com times limitados e fechados, o time é obrigado a propor o jogo e não é essa a filosofia do time atual. A proposta do time hoje é jogar fechado, no erro adversário. Quando é o contrário, a equipe se perde e acontece o que ocorreu hoje.

O CSA veio com a proposta de jogar fechado em contra-ataques. E foi isso que matou o Vasco hoje. O onze cruzmaltino joga exatamente da mesma forma. E aí caiu na armadilha do time alagonao. E o que se viu no primeiro tempo, foram dois chutes do CSA. Um, aos 6, com Apodi que Fernando Miguel soltou e depois defendeu. E outro de Jonathan Gomez e mais outra defesa de Fernando Miguel. E o Vasco ? Nada fez, a não ser uma cabeçada de Raul, fraca, para fácil defesa de João Carlos. No mais, nada mais foi criado pela equipe cruzmaltina, totalmente inoperante no ataque.

No segundo tempo,com a entrada de Marcos Junior, o Vasco melhorou um pouco. Talles Magno passou a aparecer mais e tentou as jogadas, dribles, mas lutou sozinho contra a defesa alagoana. Aos 17, Raul chutou e João Carlos defendeu. Com isso, o Vasco se lançou mais ao ataque e deixou espaços na defesa e com isso o CSA criou uma chance aos 24 minutos em que o volante Dawhan penetrou nas costas de Richard, tocou na saída de Fernando Miguel e Henriquez salvou em cima da linha e Leandro Castan completou o corte. Após esse lance,aos 27 minutos, Valdivia cruza e o zagueiro do CSA bloqueia a passagem da bola com o braço dentro da área. Pênalti que o VAR indicou nas imagens; porém o juiz ignorou o VAR. mas o de Leandro Castan contra o Palmeiras foi marcado. No mínimo estranho. No mais o Vasco seguiu lutando, mas não ameaçou a defesa alagoana.

Com o empate, o Vasco segue no décimo quinto lugar. Perdeu-se a chance de ultrapassar o Fortaleza, que perdeu ontem. E assim seguimos próximos ao Z4. a Luta para se afastar do Z4 segue firme.